quinta-feira, 8 de julho de 2010

Os Campeões do Mundo e o Vinho

Com esse clima de copa do mundo, essa paixão mundial pelo futebol no ar, comecei a pensar na história das copas e pude perceber uma interessante relação dos campeões do mundo, as seleções em ascensão e o momento atual, com o maravilhoso mundo do vinho.


Primeiramente vamos ver os campeões mundiais:

Brasil com 5 (1958, 1962, 1970, 1994, 2002), é um dos grandes produtores e um dos mais exigentes consumidores do mundo, reconhecidamente com um dos melhores espumantes produzidos, representando alegria, frescor e muitas inovações como seus vinhos do nordeste. Não parece com seu futebol?

Itália com 4 (1934*, 1938, 1982, 2006), é alternando com a França o maior produtor do mundo, e a exemplo de seu futebol produz vinhos impactantes, de grande potencial e sempre entre os melhores.

Alemanha com 3 (1954, 1974*, 1990), faz vinhos autênticos, com estilo irrepreensível e muito característico, pragmáticos até, para terminar sua analogia com o futebol desse país.

Argentina com 2 (1978*, 1986), um país que no vinho se reinventa, cria a sua marca e se coloca para o mundo, mais ou menos na mesma época em que ganha seus mundiais.

Uruguai com 2 (1930*, 1950), quando na América do Sul se iniciava o pensamento do vinho o Uruguai era considerado a Suíça sul americana, e com futebol refinado, porém marcante ganhou dois mundiais, além de duas olimpíadas. Seu vinho está renascendo assim como seu futebol, que já é um dos destaques nesse mundial.

França com 1 (1998*), mas que já poderia ter avançado ainda mais, seu futebol também desperta glamour e autenticidade, mas assim como seus vinhos as vezes é incompreendido e perde por seu apreço, muito valorizado internamente.

Inglaterra com 1 (1966*), é único país que não produz vinhos, mas é o principal país em termos de qualidade em importações, talvez seu desejo de produzir vinhos o coloque nesse posto, assim como foi seu titulo, por muitos questionado.

Agora vejamos o momento atual. A seleção que chega ao mundial como favorita é a da Espanha, coincidentemente o país que mais tem investido na evolução da qualidade de seus vinhos e internacionalmente ganhando grande notoriedade. Na copa passada a vez foi de Portugal, que passava um momento muito parecido. Já a sede desta copa é a África do Sul, que com todas as dificuldades passadas consegue postular um belo posto como produtor, assim podemos nos referir a seus “irmãos” no vinho: Nova Zelândia (que vem fazendo frente a grandes equipes como a Itália) e Austrália que até conseguiu empatar com outro grande produtor de vinho os Estados Unidos (que tem seu futebol melhorando muito nas últimas décadas, assim como seus vinhos).

É incrível, como duas paixões que movem o mundo, alguns como eu dizem “presente de DEUS” tenham essa relação tão intima.

Bom, espero que com essa resenha a final desse mundial não mude a escrita e tenhamos um campeão mundial que também seja do vinho... tá pintando a ESPANHA!!!!!
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