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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Geração CsP – Colher sem Plantar!

por Alexandre Santucci, nov 2019

Neste ano chego ao 25º ano ligado ao mundo do vinho. De fato percorri um longo caminho com passagem por importantes e respeitadas empresas desse segmento. Trabalhei com importadoras, produtores nacionais, brookers, lojistas enfim atuei praticamente em todas as frentes.
Carrego em minha história um saldo amplamente positivo, digno de orgulho. 

Na Expland importadora, onde iniciei em 1995 era apenas um jovem com sonhos e ambições, não exatamente de ficar rico, mas de construir uma carreira. Essa empresa me deu a oportunidade de ampliar horizontes, adquirir conhecimento, viajar, conhecer pessoas e crescer. Junto com colaboradores criamos uma estratégia que nos levou do US$ 0,00 aos US$ 4 milhões em um ano e meio. Parece muito não é? E era sim.  No shopping onde estava essa unidade chegamos a incrível marca de sermos responsáveis pela metade do fluxo de pessoas durante quase um ano. Anos mais tarde criei o Descomplicando o Vinho e pela importadora que trabalhava rompemos o status quo e fomos o primeiro importador brasileiro a praticar preços em Reais, uma estratégia bastante ousada que não parava por aí, mas também passamos a modelar a forma de praticar preços possibilitando a vendas nos 3 canais de atendimento: Consumidor Final, on e off Trade.

O Brasil não é um país fácil para negócios dessa natureza, jamais foi fácil vender vinhos,

sexta-feira, 13 de julho de 2018

A Copa nos Copos!

Nesse dia 15 de julho teremos mais um campeão do mundo no futebol. Em campo Croácia X França e apesar de todo favoritismo dos “Les Bleu” liderados pelo jovem camisa 10 Mbappé a Croácia dos Vatreni (Ardentes) com o grande Modric tentarão superar a técnica pela garra e uma bela disciplina tática.

Mas, o que o Santucci quer com isso no Descomplicando o Vinho?
A paixão pelo vinho e o entusiasmo que nos causa o mundial.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Campeão do Mundo: Vinho

Esse final de semana termina o maior espetáculo da terra, a copa do mundo de futebol.  
Duas semanas atrás ainda estávamos no páreo, concorrendo com nossos espumantes, uma pena, mas ainda temos a disputa do terceiro lugar...
Agora na disputa pela bela copa no Brasil, teremos dois excelentes produtores de vinhos: Alemanha e Argentina.
Nossos hermanos bicampeões concorrem ao titulo máximo contra a tricampeã germânica. Realmente vou ficando bem intrigado com essa linha de pensamento que criei anos atrás sobre os campeões, assim vou me arriscar a uma análise baseando-me num confronto não de futebol, mas de vinho. Quem sairia campeão?

Brasil X Chile (e os campeões do Vinho)

Nesse sábado teremos um jogo para eletrizar os corações dos brasileiros: Brasil X Chile, um confronto sul-americano numa das copas com mais países americanos em todas as copas.
O tema futebol está presente na cabeça de nós brasileiros em qualquer tempo, mesmo os que não apreciam o esporte. Particularmente gosto de misturar os temas.
Um tempo atrás escrevi sobre os campeões mundiais (veja o artigo aqui) que curiosamente estão intimamente ligados ao vinho, todos são produtores e ainda com grande destaque. Se seguíssemos essa linha, ainda faltariam Portugal, Estados Unidos e o Chile para ganharem um mundial. Portugal já foi, a Espanha não poderá repetir o feito, assim como a nostra Itália. Curioso ainda é a Holanda, que sempre chegou perto, mas jamais ganhou, assim como não produz o liquido dos líquidos.
Nesse ano os produtores que ainda disputam são Argentina, Uruguai, França, Alemanha e a Grécia. Evidentemente que a maior força no futebol, o Brasil não é o mais esplendoroso produtor, no entanto é um dos maiores em quantidade e se destaca por seus espumantes e brancos, coincidentemente os que levam a cor mais próxima do ouro.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Os Campeões do Mundo e o Vinho

Com esse clima de copa do mundo, essa paixão mundial pelo futebol no ar, comecei a pensar na história das copas e pude perceber uma interessante relação dos campeões do mundo, as seleções em ascensão e o momento atual, com o maravilhoso mundo do vinho.


Primeiramente vamos ver os campeões mundiais:

Brasil com 5 (1958, 1962, 1970, 1994, 2002), é um dos grandes produtores e um dos mais exigentes consumidores do mundo, reconhecidamente com um dos melhores espumantes produzidos, representando alegria, frescor e muitas inovações como seus vinhos do nordeste. Não parece com seu futebol?

Itália com 4 (1934*, 1938, 1982, 2006), é alternando com a França o maior produtor do mundo, e a exemplo de seu futebol produz vinhos impactantes, de grande potencial e sempre entre os melhores.

Alemanha com 3 (1954, 1974*, 1990), faz vinhos autênticos, com estilo irrepreensível e muito característico, pragmáticos até, para terminar sua analogia com o futebol desse país.

Argentina com 2 (1978*, 1986), um país que no vinho se reinventa, cria a sua marca e se coloca para o mundo, mais ou menos na mesma época em que ganha seus mundiais.

Uruguai com 2 (1930*, 1950), quando na América do Sul se iniciava o pensamento do vinho o Uruguai era considerado a Suíça sul americana, e com futebol refinado, porém marcante ganhou dois mundiais, além de duas olimpíadas. Seu vinho está renascendo assim como seu futebol, que já é um dos destaques nesse mundial.

França com 1 (1998*), mas que já poderia ter avançado ainda mais, seu futebol também desperta glamour e autenticidade, mas assim como seus vinhos as vezes é incompreendido e perde por seu apreço, muito valorizado internamente.

Inglaterra com 1 (1966*), é único país que não produz vinhos, mas é o principal país em termos de qualidade em importações, talvez seu desejo de produzir vinhos o coloque nesse posto, assim como foi seu titulo, por muitos questionado.

Agora vejamos o momento atual. A seleção que chega ao mundial como favorita é a da Espanha, coincidentemente o país que mais tem investido na evolução da qualidade de seus vinhos e internacionalmente ganhando grande notoriedade. Na copa passada a vez foi de Portugal, que passava um momento muito parecido. Já a sede desta copa é a África do Sul, que com todas as dificuldades passadas consegue postular um belo posto como produtor, assim podemos nos referir a seus “irmãos” no vinho: Nova Zelândia (que vem fazendo frente a grandes equipes como a Itália) e Austrália que até conseguiu empatar com outro grande produtor de vinho os Estados Unidos (que tem seu futebol melhorando muito nas últimas décadas, assim como seus vinhos).

É incrível, como duas paixões que movem o mundo, alguns como eu dizem “presente de DEUS” tenham essa relação tão intima.

Bom, espero que com essa resenha a final desse mundial não mude a escrita e tenhamos um campeão mundial que também seja do vinho... tá pintando a ESPANHA!!!!!