sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Entrevista BandNewsFm


Hoje pela manhã na BandNews ES, falamos sobre o lançamento da 2ª Edição do Descomplicando o Vinho, dicas de vinhos para o verão, além da palestra "Por trás da Marca".

Acompanhe:

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Mesma Prática = Resultados Medíocres

Há três dias publiquei o texto abaixo na página do instagram:


reprodução do instagram
"Esta é a segunda vez que vamos à @cantinadirene do chef @marceloynagata, de fato a gastronomia mantém sua qualidade e +justos, atendimento da brigada excelente, no entanto a prática para os vinhos ou denota a falta de interesse pelo assunto ou não se importa com a satisfação do cliente.
A carta é de uma única importadora (@domno_importadora), nenhum vinho conhecido do grande público e principalmente se pensarmos numa cantina de bairro, nenhum também na faixa dos $50, preço razoável para clientes de cantina, e o pior o vinho que escolhi, não tinha (Namaqua Pinotage). Uma pena, a prática de vender a carta a um único fornecedor é antiga e não inteligente!"

Jamais passa pela cabeça a crítica pela crítica ou a reclamação vazia, do tipo "não gostei". Gosto da ideia (recente) da crítica produtiva, quando é possível fazer uma critica e apontar soluções. 
Nesse caso especifico não há nenhuma nova ideia, apenas entendia há muito tempo que não era mais possível ter bons resultados utilizando a prática fornecedor 100%. Historicamente, cerca de 2 décadas atrás, o mercado tinha poucos importadores e um gigante, assim para ele manter a concorrência longe oferecia-se muitas vantagens em troca de exclusividade dos vinhos oferecidos em um restaurante.
O que oferecia? Desde a simples confecção da carta de vinhos, adegas climatizadas, produtos consignados e até dinheiro, em espécie. 


A prática ainda persiste, apesar da estupidez! É estupido, pois o restaurante fica amarrado a um fornecimento que dita as regras, de prazo, de entrega e habitualmente com um contrato ameaçador. Para o fornecedor, pois corre o risco do estabelecimento não seguir adiante, não conseguir cumprir o acordo, ou simplesmente mudar de ideia, digamos porque a sociedade mudou.

sábado, 21 de dezembro de 2019

Por trás do Wine Comedy

Conheça a história da criação do sucesso "Wine Comedy" e algumas histórias bem humoradas.

com Di Morais e Santucci

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Autóctone é moda?

A primeira vez que ouvi essa palavra me deu trava língua e como foi difícil aprender a pronunciar corretamente, mais complicado ainda identificar onde estavam as tais uvas autóctones.
Para o nosso deleite e de forma descomplicada percebi que era um conceito importante, porém com tanta uva para aprender não era tão necessário guardar na memória, mais descomplicado era esperar por aparecer. 

Apesar do trava língua essa palavra que dizer “que ou quem é natural do país ou da região em que habita e descende das raças que ali sempre viveram; aborígene, indígena”, no nosso caso em particular são as uvas que nasceram naturalmente em determinado lugar.

É bem comum termos contato com diversos vinhos produzidos a partir dessas uvas autóctones, como o caso da País no Chile, as Tourigas de Portugal, Monastrel na Espanha e por aí, mas algumas são bem interessantes como as internacionais Syrah ou a Malbec.
Raramente vemos essas uvas internacionais como autóctones, fora alguns casos como a Chardonnay e a Pinot Noir que tem uma excelente produção e são famosas em seu lugar de origem (Borgonha, França) essas outras ganharam fama em outros países, a Syrah na Austrália e a Malbec na Argentina.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Geração CsP – Colher sem Plantar!

por Alexandre Santucci, nov 2019

Neste ano chego ao 25º ano ligado ao mundo do vinho. De fato percorri um longo caminho com passagem por importantes e respeitadas empresas desse segmento. Trabalhei com importadoras, produtores nacionais, brookers, lojistas enfim atuei praticamente em todas as frentes.
Carrego em minha história um saldo amplamente positivo, digno de orgulho. 

Na Expland importadora, onde iniciei em 1995 era apenas um jovem com sonhos e ambições, não exatamente de ficar rico, mas de construir uma carreira. Essa empresa me deu a oportunidade de ampliar horizontes, adquirir conhecimento, viajar, conhecer pessoas e crescer. Junto com colaboradores criamos uma estratégia que nos levou do US$ 0,00 aos US$ 4 milhões em um ano e meio. Parece muito não é? E era sim.  No shopping onde estava essa unidade chegamos a incrível marca de sermos responsáveis pela metade do fluxo de pessoas durante quase um ano. Anos mais tarde criei o Descomplicando o Vinho e pela importadora que trabalhava rompemos o status quo e fomos o primeiro importador brasileiro a praticar preços em Reais, uma estratégia bastante ousada que não parava por aí, mas também passamos a modelar a forma de praticar preços possibilitando a vendas nos 3 canais de atendimento: Consumidor Final, on e off Trade.

O Brasil não é um país fácil para negócios dessa natureza, jamais foi fácil vender vinhos,

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Descomplicando o Vinho na Amazon


A 2ª edição do livro "Descomplicando o Vinho" agora pode ser adquirida no site da Amazon!




Este livro foi organizado em duas partes: na primeira, a produção de artigos publicados em jornais, como na coluna de mesmo nome no jornal A Tribuna (ES), e na internet, desde 2005. Optamos por reproduzir numa nova sequência, objetivando uma ação cronológica e didática dos cursos ministrados. Já na segunda parte, reunimos capítulos extras, que seguem com dicas e outros artigos auspiciosos desse autor.

{clique aqui}

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Pró-Vinho - FGV

por Alexandre Santucci, nov 2019

Há tempos esperava por um evento como esse.
Confesso minha omissão e um certo desanimo com esse mercado, mas vi minhas forças e esperanças renovadas.


Muito bem organizado, belas escolhas dos palestrantes e palestras,  e uma mediação gentil e pontual da sempre elegante Suzana Barelli.

Na mesa e palestras estavam presentes: Ari Gorenstein (Evino), Felipe Galtaroça (Ideal Consulting), Adilson Carvalhal Junior (Abba e Casa Flora), Luciana Salton (Vinícola Salton), Rodrigo Lanari (Winext), Juan Antonio Rojas (Icex) e Carlos Cabral (Grupo Pão de Açúcar).
Bem representadas as frentes desse mercado, sentida apenas a ausência de um representante associativo do vinho nacional.


A mescla envolvendo educação, economia e o mercado do vinho foi muito bem manejada.
Uma bela iniciativa de Paulo Lemos e Valdiney C. Ferreira (FGV) e  Márcio Marson ( Pró-Vinho), que nos faz ver perspectivas para o mercado brasileiro do vinho, não só de crescimento em organização, mas princialmente em se profissionalizar.


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