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sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

CHAMPAGNE, ESPUMANTES E DRINKS DE VERÃO

 O eclético vinho!

imagem da internet (vipturismolondres.com)

Desde o principio o vinho sempre foi uma bebida nobre e em muitos momentos para os nobres. Em realidade não havia, durante muito tempo, outro pensamento quando se falava de bebidas.
Por conta do álcool o vinho já teve seu uso medicinal, uma espécie de analgésico e na sequencia um remédio quando misturado com ervas, se imaginava que essa combinação alcançaria a cura ou aliviaria determinadas dores. Com o avanço da medicina esse uso foi abandonado, mas ficou essa memória do “misturar” ao vinho e partir disso nasceram algumas bebidas milenares como o licor Dom Beneditino (Benedictine) e os amargos fernets.

Outro fator interessante é o econômico, consta que em momentos de crise, muitos impérios misturavam água ao vinho para render mais, os nobres ou donos ficavam com o melhor do vinho e servia o vinho misturado aos convidados. Consta que esse hábito das cortes também foi levado ao povo, mas esses eram para seu próprio consumo.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Espumante de Cerveja? A primeira Cerveja Brut do Brasil!


Acordar às 6:30H em pleno sábado parece covardia, mas lá estava eu de pé para dirigir-me a uma experiência bem interessante: conhecer uma cerveja artesanal finalizada como espumante, ou até poderia dizer uma espumante de cerveja.

Confesso que histórias como essa me fazem sair de casa com muita alegria e não é que o destino, o que não pensava, era uma vinícola? Imaginei que visitaria a linha de produção da cervejaria Paulistânia, mas não, fui até São Roque, rota do vinho, precisamente na quase centenária Goés. 
Um passeio bem animado com quase toda equipe da Bier & Wein, estava ali, para prestigiar o lançamento da Paulistânia X (10), em comemoração aos 10 anos da marca, vendas, marketing, logística, etc. e os mentores da ação e do produto: Sr. Roberto Stein (Diretor), Eryck Machado (Gerente de Produto) e o autor, o mestre cervejeiro Wilson Junior.
Chegando a vinícola reencontro um velho conhecido Fábio Goés o enólogo responsável pelos vinhos da vinícola e também coautor desse projeto muito bem elaborado.

Saber dos movimentos da vinícola, o lançamento do Cabernet Franc (que tinha visto recém-plantado há cerca de 10 anos) com o nome Philosophia, o uso da poda invertida, deixou-me bastante animado, mas como assunto era Cerveja fomos, depois de sabrada pelo gerente de Vendas Alexandre Guerra (uma figura, super bem humorado), conhecer e degustar a cerveja.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

⭐Encontro com Estrelas ⭐

Arquivo pessoal (Instagram)
Recentemente fui convidado para assessorar a estrela global Fernanda Souza na abertura do champagne utilizando o Sabre (*). Curiosamente testamos com um espumante mais simples e não funcionou dada a qualidade da garrafa (sua linha de corte era muito fina), mas na garrafa do programa (Vai Fernandinha) funcionou muito bem.

Saindo de lá vi que fazia todo o sentido a frase "Estou bebendo estrelas", que teria dito Dom  Pérignon, monge beneditino, ao beber pela primeira vez o vinho espumante de Champagne.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Champagne ainda é possível?

Há cerca de 4 anos escrevia sobre o champagne e sua vocação natural para o brinde.
A origem: “O sucesso e associação às festas se deu quase um século após sua “descoberta” quando a nobreza francesa, principalmente Luis XV, introduziu o espumante de Champagne. Outras cortes como a da Rússia passaram a encomendar esses líquidos divinos e assim se propagou por toda Europa, mas foi só com Napoleão Bonaparte, amante incondicional da bebida, que Champagne ficou consagrada coma a bebida das comemorações e é dele a célebre frase: “Nas vitórias é merecido, nas derrotas necessário”.”

Três grandes marcas fizeram parte dessa história e permanecem até nossos dias: Don Perignon o Champagne top da Maison Moët Chandon, Veuve Clicquot (homenagem a grande dama, viúva Clicquot que conduziu a empresa herdada de seu marido ao sucesso), e Cristal, o grande Champagne da casa Louis Roederer, feito sob encomenda para o Czar Alexandre II.
Poderíamos ainda fazer incluir a maravilhosa Krug, mas este belo champagne só surgiu em 1843, serviu muitas cortes também, e ficou famosa por sua qualidade e estilo próprios.
Todas estão presentes no mercado brasileiro, mas por preços, assim como seu paladar, nada doces.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Verão, Praia e Piscina!


Nesse inicio de ano já percebemos que teremos um verão daqueles! Muito sol, altas temperaturas e uma vontade frequente de se refrescar.
Particularmente, há alguns anos, defendo que melhor que cerveja é mesmo ter vinhos como companhia do verão, também. A razão é simples, a cerveja, talvez por bebermos em uma quantidade maior, em pouco tempo nos dá uma sensação de estufado, já o vinho quando bem escolhido conseguimos bebericar por horas e de forma muito agradável.
Para aqueles que acham minha ideia absurda basta pesquisar a costa francesa, ou a italiana.  Você perceberá que na Côte d’Azur ou Capri o mais comum é ver os baldinhos não com cerveja, mas com uma garrafa de vinho branco ou rosé. Muito comum também entre nós os europeus levam o que vão consumir para a praia e nas imagens vemos esteiras ou toalhas postas como num picnic e a bebida é o vinho.
Faça essa ressalva por que talvez seja muito difícil termos um serviço de praia com vinhos indicados para a estação. Infelizmente os comerciantes de bebidas só acreditam que o que se vende é vinho tinto e no jantar.  Tenho certeza que quem se preparar para ter um branco refrescante ou um belo espumante terão boas surpresas de consumo.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

REIS E RAINHAS E UM SOLAR 2015!

Sou réu confesso em matéria do que é brega, tenho um gosto musical bem discutível com muitas atenuantes, mas ainda assim discutível. Faço essa introdução por ter me inspirado no show do capixaba mais solar de nosso país; o Rei Roberto Carlos, para escrever esse artigo.
Assistir Roberto Carlos nessa época do ano parece inevitável em minha vida, são muitas memórias afetivas, realmente detalhes e emoções!
Na minha euforia pensei em tentar uma entrevista, nem que fosse através de sua assessoria, mas na minha busca me dei conta que ele praticamente não dá entrevista e provavelmente não me diria qual seu vinho favorito. Mas, como a base era falar de reis e rainha e mais precisamente juntar às uvas Cabernet Sauvignon (rei dos tintos) e Chardonnay (rainha dos brancos), me dei por feliz em saber que Roberto é um amante do vinho tinto e pelo o que pesquisei é uma das coisas mais prazerosas que faz, beber seu vinho e prosear com os amigos.

domingo, 24 de setembro de 2006

Espumantes e Borbulhas...


Os espumantes nasceram na França, mas a maior de todas as ironias, é que Champagne, onde ocorreram algumas das batalhas mais amargas da humanidade, ter sido o local de seu nascimento. De lá provém um vinho que o mundo inteiro identifica com momentos felizes e da amizade.
Talvez para marcar essa mudança, essa prova de civilização e humanização, é que a região de Champagne se mantém firme, exigindo que Champagne, só pode ser Champagne se for feito nesta região.

Torna-se indispensável para as comemorações do coração!
Aromático e delicado, no corpo apresenta frescor e elegância.

Hoje conhecemos diversos espumantes. Basicamente, existem dois métodos para obter esse liquido esfuziante: “Champenoise” ou método tradicional ou clássico e “Charmat”.

Do método clássico destacamos que a segunda fermentação (ou seja no vinho pronto – vinho base – se inicia uma nova fermentação através da adição de açucares - leveduras) é feita na própria garrafa, enquanto que no Charmat se faz essa etapa em tanques de aço inox com pressão controlada (autoclave).


Complementarmente ainda existe o método "Asti", onde o mosto é fermentado uma única vez nas mesmas autoclaves do método charmat e interrompidos por uma abrupta baixa de temperatura, interrompendo a fermentação, aí o liquido é filtrado e engarrafado. O resultado é, na sua maioria, vinhos com baixo teor alcoólico (6 a 10%) e grande residual de açúcar (vinhos doces ou semi-secos).

O mundo conhece grandes espumantes fora de Champagne, os Cremant da Alsácia e da Borgonha, na própria França e os brasileiros que vão muito bem.

Recentemente, o Brasil recebeu um outro grande vinho feito em Conegliano-Valdobbiadene, são os espumantes da uva Prosecco. A uva que dá nome ao vinho imprimiu uma marca em termos de espumante, tornando seu produto fresco, aromático e com acidez que cai muito bem ao paladar brasileiro, um dos vinhos mais vendidos no nosso território.Vale ressaltar que a escola de espumantes italianos, tem uma estrela. Feito em uma região entre o Veneto e a Lombardia, na região de Brescia, o Franciacorta, considerado um “champagne” italiano.

Mas apesar de tantos borbulhantes famosos, mundo a fora é no Brasil que podemos destacar grandes espumantes. Por seu frescor e excelente acidez, os nossos espumantes vem ganhando grande destaque.

Destaco alguns espumantes, não apenas de champagne, senão só teríamos Champagne:

Champagne KRUG
Champagne Cristal
Champagne Moet brut Imperial Rosé
Franciacorta Bella Vista
Prosecco Nino Franco
Prosecco Bisol
Prosecco 7Nardi
Espumante Reserva Salton
Espumante Cave de Amadeu - Método Classico
Espumante Chandon